Mantenho a idéia de publicar o conteúdo no site aos poucos. Achei que meus trabalhos no rádio e TV mereciam atenção especial, por isso publiquei primeiro.
Coisas de cinema, televisão, impressos, internet. Esta página não está pronta, mas fazemos de tudo. Do que você precisa? Peça um portfólio personalizado.
"Você tem jeito para televisão", disse José Carlos Fernandes, "andando rápido, feito jornalista", num encontro casual na Boca Maldita. Eu estava a caminho do Canal 21, onde produzia com João Varella o "Vitrine Mercosul", um programa matinal de variedades. Engraçado aquilo. Toda semana tinha música sertaneja. Lá comecei a sacar o lance. Fazia GC (as letras que aparecem no rodapé da tela), recepcionava entrevistados, apresentei uma matéria especial sobre moda popular. Nosso trabalho era mais tapar os buracos da agenda - os convidados nem sempre tinham a classe de avisar ausência. Depois foi diferente.
 
Na RIC/Record passei poucas semanas, estágio na pauta. Daí a coisa era jornalismo headnews (nem sempre com lead. Na TV a coisa é mais molinha). O que não é nada mole é fechar duas, três pautas em cinco horas. E não pode dar chance para o azar. Na agitação da rotina passava o Carlos Delgado borrifando florais. Além de pautar, eu fazia figuração no telejornal da noite.
 
Saí dos dois empregos por problemas de agenda, mas acho que a televisão ainda me quer.
 

Programas experimentais

Estes dois documentários foram produzidos durante a faculdade de jornalismo, na PUCPR. Ambos foram requisitos parciais nas disciplinas de televisão. Por essas condições foram poucos os espectadores ("A vida por um risco" só foi visto pela professora Suyanne Souza). Achei o material em um computador velho. Se fossem feitos hoje seriam diferentes, mas há boas idéias e interpretações que merecem ser revistas.
 

Documentários de televisão

Mosaico maternal
A casa de apoio do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Pacientes de outras cidades chegam a passar meses morando lá para tratamentos médicos, esperar cirurgia ou transplante. As mães são, na maioria dos casos, a companhia dos doentes. Elas tem de abandonar suas vidas para cuidar dos filhos e não acham isso ruim, é claro (nov.2007). A direção e edição são minhas, a produção é de Romiana Oyama. Supervisão de Monica Fort.
 
A vida por um risco
Um dia comum no pronto-socorro do Hospital Caruju, em Curitiba. O trabalho dos médicos, enfermeiros, assistentes sociais. Há cenas com (muito) sangue. "A vida por um risco" (jul.2007). A direção e edição são minhas, a produção é de Romiana Oyama. Supervisão de Suyanne Souza.