Jornalista, porém honesto

Escrever para você é uma atividade de risco, pelo que se pode registar da insensatez de cada etapa, para muitas etapas depois desta. Nem tanto pelo que se pode expressar, mais pelo que se pode entender.

Se antologia, o título seria “Passamos por isso sempre que dá — a história da vergonha além do tempo”, ou “Ensaio sobre o orgulho que temos no nome de Jesus, embora sejamos incapazes de compreender a questão cultural do ocidente, e outras questões ainda mais periféricas”. Tanto faz mesmo.

Mas, deu ruim para a memória. O destino (vivi para conhecer o destino por “Locaweb”) levou quase tudo que eu escrevi até aqui, porque, em vez de inventar em folhinhas pautadas, preferi guardar a miséria e a graça na nuvem. Raios e precipitações, duas ou três chuvas depois já não se tem lembrança das crônica juvenis. Tendência de que eu não volte a ouvir “Li seu texto sobre a pomba que morreu”.

Aqui, porém, está a história de um jornalista honesto. Jornalista, porém honesto.

Publicado por

Sgarbe

Jornalista, produtor de mídia, fã de arte.

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