Sete cravados

Um de dois mil mais nove anos, sete cravados. Sete trezentos e sessenta e cinco, bissextos com vinte e nove no mês dois. Se fiquei sem escrever desde novembro foi por causa de meia dúzia de preguiças insistentes e atraso no pagamento. A primeira razão sem fuga, a segunda sem dinheiro, quem se importa.
Há o número da perfeição anos compus a Número um. Passo a régua. Sete cravados.

Publicado por

Sgarbe

Jornalista, produtor de mídia, fã de arte.

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