Paraná quer desligar professores da UEPG

Contratos de professores colaboradores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) que tinham previsão orçamentária para renovação podem ser interrompidos. São 242 postos de trabalho.

No departamento de jornalismo, a graduação é lecionada em grande parte sob esses contratos. Além disso, os professores tomam conta de projetos de pesquisa e extensão. Neste período de isolamento, produzem materiais sobre a pandemia junto aos alunos “de segunda a segunda”, na fala de um desses professores.

“O governo se baseia no decreto de março para a suspensão das aulas presenciais, mas estamos trabalhando todos os dias. Aliás, mais do que se estivéssemos seguindo o ponto”, esclarece.

Se os contratos não forem renovados, não haverá professores na volta das atividades presenciais. “Teremos desfalque em todos os anos, com furo principalmente nas disciplinas práticas, que são fundamentais e que levam tempo até que novos professores se adequem”.

A questão é ampla, porque há o mesmo risco para a universidades de Londrina e Maringá, Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro).

Os contratos vencem no dia 3 de julho.

Foto: Divulgação.

3 respostas em “Paraná quer desligar professores da UEPG”

Q absurdo, lamentável, além de prejudicar os professores, e os estudantes também, porque meu Deus, mesmo ñ tendo aulas, eles estão atuando, em outras formas.

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