As contradições dos mortos no posto

O celular do empresário Bruno Ramos Caetano foi apreendido pela polícia, segundo o próprio Bruno. Ele é suspeito de ser o mandante do assassinato de Igor Kalluf. Está no vídeo do depoimento. A contradição está na fala da defesa à rádio Banda B. Segundo o advogado Cláudio Dalledone, “sequer o celular foi apreendido, nem foi analisado”.

Assista ao trecho do depoimento.

Kalluf e um amigo foram mortos a tiros em um posto de combustíveis. O amigo tinha ido conversar sobre um emprego de entregador, e foi assassinado por azar. Morreu procurando trabalho.

Bruno é filho de Neviton Caetano, famoso em páginas policiais. Em 2011, esteve sob a manchete “Dono da empresa fechada havia sido preso por estelionato em 2004“.

O pai foi o criador da “VC Consultoria” que forjava empréstimos para aposentados. Neviton é morto há anos, mas os negócios da família seguiram. De acordo com uma fonte que prefere não se identificar, um dos golpes era a instalação de prateleiras com chinelos de EVA em lojas. A negociação virava pretexto para extorsão.

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