A comunicólogos e partidos se pede atenção

Tem sido que o texto de jornal vale a água da louça, com uma ou outra exceção pela boa escrita ou técnica de notícia. Neste caso, eu confundo o pensando que o Estadão tem em relação aos partidos políticos com o que tenho em relação aos comunicólogos.

Estaria, segundo o texto, a cargo dos partidos o abandono de candidatos ineptos. Tanto concordo que, na medida do que se pode ajudar a decidir, jornalistas e analistas devem tornar salientes imperfeições insuperáveis a curto prazo.

Mesmo que o bem intencionado consiga um número e uma foto nas urnas, ter-se-á sabido, pelo menos entre os pares, de que não se trata de política no sentido república democrática. Com sorte, tirarão potência e dinheiro público do processo uma única vez.

Mas acho que esse contexto tem mais a ver o legislativo municipal. Como tem quem pense alto e que depois se transforme – talvez mediante uma única entrevista – no tipo que vota com o prefeito contra qualquer coisa que seja arriscada para o próprio mandato.

Em relação aos prefeitos, surge uma delicadeza. As decisões das equipes profissionais quanto a quem vão oferecer serviços não são – NÃO SÃO – mero mercado sob CDC ou produção industrial. São o desvelar de como pensam os produtores de conteúdo. De quanto vale, para eles, o todo.

Foto: O Antagonista.

Uma resposta em “A comunicólogos e partidos se pede atenção”

Que a sabedoria nos conduza na vida; e que a vida saiba nos conduzir. Gestores da república, comunicólogos, tecnocratas, filólogos, pedagogos, os ditos “formadores de opinião”, doutores da Lei: sirvam ao povo e não “sirvam-se do povo”. Harmonia entre os setores da sociedade.

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