Curitiba tem falta de medicamentos para sedação; bens são requeridos pela prefeitura

Medicamentos para sedação estão em falta na rede pública de saúde de Curitiba e são requeridos pela prefeitura. Eles servem em leitos de UTI. O termo “requeridos” vem do Decreto Municipal 241, deste ano, que “Declara Situação de Emergência em Saúde Pública”.

Um vídeo chegou a este blog pelo WhatsApp, e o conteúdo foi confirmado parcialmente.

A nota oficial explica que “devido à escassez no mercado de medicamentos usados para sedação, o município também tem feito a requisição desses produtos. (…) Sobre os insumos requisitados esta semana, ainda está sendo avaliada a qualidade, bem como a quantidade para definir a destinação (SIC)”.

Há esta promessa: “As clínicas que tiveram os medicamentos requisitados serão ressarcidas”. É texto do decreto reforçado na nota.

A situação é grave, uma vez que “a Secretaria Municipal da Saúde lembra, ainda, que as clínicas que têm insumos podem ceder aos hospitais”.

INDECISÕES

As falas da secretária da Saúde, Márcia Cecília Huçulak, viraram memes bastante assistidos pela postura maternal. O criticismo elitista está descompassado em relação às políticas da cidade.

Donos de bares, restaurantes e academias foram solenemente enganados mais de uma vez, quanto à posição oficial de abrir ou fechar as portas. Visitantes do Parque Barigui são destaque de noticiário nacional por não utilizarem máscaras.

#paratodosverem

“Prefeito Rafael Greca vistoria com o secretário de Obras, Rodrigo Rodrigues e com o vereador Mauro Ignácio, as obras de pavimentação da Rua Arthur Leinig, no Vista Alegre. Curitiba, 28/07/2020. Foto: Pedro Ribas/SMCS”. Descrição do autor.

Foto: Pedro Ribas/SMCS.

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