Série para a internet é inspirada em ‘Viagem pela Palestina’

Cena do episódio "Hebron".
Cena do episódio "Hebron" da série. Direção e edição: Cassiana Pizaia e Vinícius Sgarbe.

A jornalista Cassiana Pizaia e eu tomamos uma decisão editorial para o que é autoral na produtora Outras Terras Filmes. A vocação de nossas publicações comerciais é a delicadeza no trato com a vida que não é nossa, mas da qual fazemos parte ao contornar as histórias com palavra, som e imagem.

Não à toa nosso portfólio está recheado de projetos que têm um olhar otimista sobre a vida — escolas que deram certo, prevenção do suicídio de idosos, adoção de crianças e adolescentes que estão em abrigos, a Palestina.

A bem da verdade, a jornada de nossa dupla começa na Síria, na Palestina, em questões intrinsecamente ligadas ao que somos, à humanidade. Voltamos ao autoral.

Nos próximos dias, tensionamos nossas intenções e publicamos reportagens que são a continuação do curta-metragem Viagem pela Palestina. Muitos de vocês estiveram conosco no lançamento que fizemos no cinema, um dia memorável que nos honra e amplia o senso de responsabilidade.

Assista ao filme completo.

A série não tem data para lançamento, mas pelo menos metade do material está pronto. Aprimoramos técnicas de finalização, o que faz um vídeo original de cerca de três minutos pesar mais de 11 gigabytes. Os arquivos vão ser automaticamente comprimidos pelos serviços de distribuição (YouTube, Facebook, Instagram e WhatsApp), mas vamos garantir qualidade máxima. Mesmo na condição mais precária de internet, o acesso vai estar garantido.

Também trouxemos do mercado a ideia de “feito para ouvir com fones de ouvido”, quando ofertamos ao usuário uma experiência mais próxima da sala de cinema.

‘Viagem pela Palestina’ agora é seriado autoral

Desta vez, acrescentamos uma segunda viagem à Palestina e utilizamos gravações que tinham ficado fora do filme. São duas experiências de viagem entrelaçadas pelo que realmente importa: a dignidade humana.

Se no filme evitamos os temas belicosos do Oriente Médio, desta vez não encontramos nenhuma razão para desprezar o “joio” que não seja o jornalismo. Como se brinca há anos: “jornalismo é separar o joio do trigo e publicar o joio”.

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