O que o rádio ensina sobre ganhar público

Tem de marcar posição. Foto: Stefaan Van Parys.

Projetos de comunicação nascem da necessidade de contar alguma coisa a alguém, por isso se procura “como ganhar público”. Então, os tipos de publicação são vários. Nesse sentido, elas podem ser para um público restrito, no caso de um house organ, que é um “jornal da empresa”, para um nicho de assinantes, ou de broadcast,… Continuar lendo O que o rádio ensina sobre ganhar público

Automatização da notícia: o que os robôs fazem melhor

Operador de empilhadeira trabalha. Foto: National Cancer Institute.

Em 2009, sob o título “Eweb: jornalismo digital padronizado“, quatro estudantes de comunicação social da PUCPR (eu era um deles) fizeram uma série de vídeos para a internet, como projeto de conclusão de curso. Na produção, a técnica de cinema é uma tragédia universitária com requintes de cópia pirata do 3D Max instalada em um… Continuar lendo Automatização da notícia: o que os robôs fazem melhor

Para desistir do jornalismo é preciso mudar as concessões

Respekt.

Não levo a internet a sério, agora. Antes, o espaço público de comunicação era mediado pela ética ou pela falta dela. Era o modelo “feixe” de emissoras. Para toda sorte, tinha um jornalista experiente que calculava o impacto da notícia para a empresa e para o repórter. Ocorrem-me duas perspectivas. Na primeira, a inteligência artificial… Continuar lendo Para desistir do jornalismo é preciso mudar as concessões

Afetividade: o diferencial do repórter da década de 2030

Golfinhos têm sentimentos em comum com humanos.

Ainda nos anos 2010, o jornalista parnanguara Luiz Geraldo Mazza comentou em uma emissora de rádio, em Curitiba: “tem é pouca informação, precisa de mais”. Inteligente e descolado, ele faz noticiário desde os anos 50 – e está em pé feito uma araucária. Na ocasião, ele se referia a um tipo de reportagem que era… Continuar lendo Afetividade: o diferencial do repórter da década de 2030