Jornalismo pode falar de assuntos difíceis como a dor

Flor morta. Foto: Marco Ortega.

No próximo dia 29, encerro um ciclo no papel de âncora de radiojornal. A convite do criador do “Saúde e bem estar” da Rádio Cidade 670 AM de Curitiba, João Arruda, marquei ponto no ar, de segunda a sexta-feira, das 10h ao meio-dia. A experiência na rádio AM é linda, porque os ouvintes participam com… Continuar lendo Jornalismo pode falar de assuntos difíceis como a dor

Notícia origina pesquisa sobre Louceiras do Maruanum

Louceira queima panela. Foto: Célia Souza da Costa.

Célia Souza da Costa*. A notícia é uma forma incrível de popularizar assuntos, de simplificar o complexo, de expor temáticas variadas através de textos, imagens e sons. Essa é a magia do jornalismo, chegar onde não conseguimos e ecoar os acontecimentos. Como uma ciência social, o jornalismo tem uma função social de popularizar as informações,… Continuar lendo Notícia origina pesquisa sobre Louceiras do Maruanum

O que o rádio ensina sobre ganhar público

Tem de marcar posição. Foto: Stefaan Van Parys.

Projetos de comunicação nascem da necessidade de contar alguma coisa a alguém, por isso se procura “como ganhar público”. Então, os tipos de publicação são vários. Nesse sentido, elas podem ser para um público restrito, no caso de um house organ, que é um “jornal da empresa”, para um nicho de assinantes, ou de broadcast,… Continuar lendo O que o rádio ensina sobre ganhar público

Pessegueiro do campo morre ao ser atingido por raio

Jorge dá aula de botânica básica.

No terreiro das galinhas, encontro Jorge vestido para a roça. Ele desfere golpes com o facão, contra os pés de guanxuma que serviriam para a saúde do cabelo quando não amontoados no papel de praga que vale mato seco. Finalidades adjacentes tendem a viver pouco no mato. Se quer guanxumas para usar no cabelo, que… Continuar lendo Pessegueiro do campo morre ao ser atingido por raio

Automatização da notícia: o que os robôs fazem melhor

Operador de empilhadeira trabalha. Foto: National Cancer Institute.

Em 2009, sob o título “Eweb: jornalismo digital padronizado“, quatro estudantes de comunicação social da PUCPR (eu era um deles) fizeram uma série de vídeos para a internet, como projeto de conclusão de curso. Na produção, a técnica de cinema é uma tragédia universitária com requintes de cópia pirata do 3D Max instalada em um… Continuar lendo Automatização da notícia: o que os robôs fazem melhor

Nós, intelectuais (eu, hein), palavreamos com o mundo

Analogia.

A profissão repórter é aprimorada nas ciências humanas. Mas logo me vem a ideia do meme da Milena que quer vender a arte dela na praia. Não nos enganemos. O jornalismo pode contornar momentos difíceis da economia e de lapso no prestígio público, se enxergar além dos views ou gargalhadas. Não se trata de estar… Continuar lendo Nós, intelectuais (eu, hein), palavreamos com o mundo

Para desistir do jornalismo é preciso mudar as concessões

Respekt.

Não levo a internet a sério, agora. Antes, o espaço público de comunicação era mediado pela ética ou pela falta dela. Era o modelo “feixe” de emissoras. Para toda sorte, tinha um jornalista experiente que calculava o impacto da notícia para a empresa e para o repórter. Ocorrem-me duas perspectivas. Na primeira, a inteligência artificial… Continuar lendo Para desistir do jornalismo é preciso mudar as concessões

Pela volta do sublime na internet, menos pornô

O que se presume.

A infodemia é uma desgraça adjunta da Covid-19. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ignorância quanto à utilização de vacinas pode significar vida ou morte. Mas se pode tensionar um pouco essa questão, porque navegar pela internet equivale a lamber o chão de uma UTI purulenta. Nossas almas podres se tornam preocupação da… Continuar lendo Pela volta do sublime na internet, menos pornô

Afetividade: o diferencial do repórter da década de 2030

Golfinhos têm sentimentos em comum com humanos.

Ainda nos anos 2010, o jornalista parnanguara Luiz Geraldo Mazza comentou em uma emissora de rádio, em Curitiba: “tem é pouca informação, precisa de mais”. Inteligente e descolado, ele faz noticiário desde os anos 50 – e está em pé feito uma araucária. Na ocasião, ele se referia a um tipo de reportagem que era… Continuar lendo Afetividade: o diferencial do repórter da década de 2030