Automatização da notícia: o que os robôs fazem melhor

Operador de empilhadeira trabalha. Foto: National Cancer Institute.

Em 2009, sob o título “Eweb: jornalismo digital padronizado“, quatro estudantes de comunicação social da PUCPR (eu era um deles) fizeram uma série de vídeos para a internet, como projeto de conclusão de curso. Na produção, a técnica de cinema é uma tragédia universitária com requintes de cópia pirata do 3D Max instalada em um… Continuar lendo Automatização da notícia: o que os robôs fazem melhor

Exercício anti-hipérbole: significado de nazismo

Altjo Anton Buist (adulto) e os netos, no Brasil.

Altjo Anton Buist e os irmãos dele foram presos pelo exército nazista na Holanda e levados a um campo de concentração na Alemanha. Receberam um número na pele, que servia, dentre outros fins, para o sorteio de uma chacina de rotina. Dez pessoas eram executadas diariamente, na frente dos outros encarcerados. Até que a sorte… Continuar lendo Exercício anti-hipérbole: significado de nazismo

Para desistir do jornalismo é preciso mudar as concessões

Respekt.

Não levo a internet a sério, agora. Antes, o espaço público de comunicação era mediado pela ética ou pela falta dela. Era o modelo “feixe” de emissoras. Para toda sorte, tinha um jornalista experiente que calculava o impacto da notícia para a empresa e para o repórter. Ocorrem-me duas perspectivas. Na primeira, a inteligência artificial… Continuar lendo Para desistir do jornalismo é preciso mudar as concessões

Afetividade: o diferencial do repórter da década de 2030

Golfinhos têm sentimentos em comum com humanos.

Ainda nos anos 2010, o jornalista parnanguara Luiz Geraldo Mazza comentou em uma emissora de rádio, em Curitiba: “tem é pouca informação, precisa de mais”. Inteligente e descolado, ele faz noticiário desde os anos 50 – e está em pé feito uma araucária. Na ocasião, ele se referia a um tipo de reportagem que era… Continuar lendo Afetividade: o diferencial do repórter da década de 2030